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mourinho

por Sérgio de Almeida Correia, em 19.09.25

Observador jporfirio-apresentacao-jose-mourinho-18

Nunca seria a minha escolha, embora estejam volvidos 25 anos sobre a sua passagem pela velha Luz. Entretanto, construiu-se um novo estádio e mais de uma dezena de treinadores sentaram-se no banco. 

Os tempos são outros, é verdade, mas nem o clube nem o homem, ao contrário do que este possa afirmar, mudaram.

O clube continuou a crescer. Ele, depois de atingir o Olimpo, veio por aí abaixo até voltar a aterrar em Lisboa. 

Normalmente, rude no diálogo com a comunicação social, provocador, demasiado quezilento, com árbitros e adversários, muitas vezes inconveniente e mal educado. Enfim, características que casam mal com os pergaminhos da casa.

Todos sabem que é um líder, reconhece o talento onde quer que esteja com facilidade, mas tacticamente, muitos dizem, parou no tempo.

As suas equipas jogam um futebol feio, excessivamente defensivo, pouco atraente, embora por vezes possa apresentar resultados.  Mas agora que lhe foi dada uma segunda oportunidade espero que a aproveite e mostre um futebol de encantar.

A partir de hoje é o meu treinador. O treinador de todos os benfiquistas. Esperemos que seja capaz de lhes devolver os títulos, a glória, que recupere o Universo. Com humildade, classe e muito fair play.

Para já chegou bem, em grande estilo, num carro ao nível da instituição – Ferrari 612 de uma série especial de apenas 60 unidades –, o que constituiu um bom sinal. Que não lhe faltem as mãos e uma boa garagem, não vão os cavalos constiparem-se.

E esteve bem na conferência de imprensa, tal como o azarado Rui Costa. Por agora fica apenas a faltar o resto, que é quase tudo.

Bom trabalho, e muita sorte, que sem esta não há esforço que valha a pena, é o que se deseja.

E nada melhor do que começar a mostrar ao que vem já com uma vitória, amanhã, na Vila das Aves. A Champions é já ali. 

Ferrari MoU 612.webp(créditos: José Sena Goulão/LUSA, CM)

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aurora

por Sérgio de Almeida Correia, em 13.08.25

13(créditos: daqui, da Isabel e da Victória

Sim, desta vez as luzes vieram do norte, é verdade, mas foi a sul que brilharam. Foram cortinas, espirais e raios luminosos que iluminaram o céu da Luz orientados pelas estrelas do nosso cruzeiro sulista formado por Otamendi, Silva, Ríos e Barrenechea. Mais acerto no passe e na hora de rematar, mais entreajuda, visão biónica e sorte a dobrar desejam-se já para dia 16 de Agosto, com o Estrela da Amadora, e depois, para a semana, no inferno de Istambul. 

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merecido

por Sérgio de Almeida Correia, em 07.08.25

thumbs.web.sapo.io-7.webp(créditos: SLB)

"Não estamos na mesma categoria, sabíamos disso antes, tentámos pressioná-los, mas isso confirmou que não estamos na mesma categoria», afirmou o treinador do Nice, após o encontro."

Até pode-se não se jogar muito bem, falhar na boca do golo ou deixar transviar alguns passes, quando se sabe que o importante é mesmo jogar em equipa e não faltar a entreajuda nos momentos decisivos.  Daí que não destaque nenhum deles. Dos nossos.

Aos poucos far-se-á uma grande equipa. 

 

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décima

por Sérgio de Almeida Correia, em 01.08.25

454189205732a2459f8fdefaultlarge_1024.JPG(créditos: Miguel A. Lopes/LUSA)

Primeiro jogo a sério da época. Madrugada dentro. Não podia perder a noite. E só não a perdi porque valeu pela vitória.

As equipas ainda estão com pouca rodagem, à procura de novos equilíbrios nos diversos sectores.

O Benfica com gente nova, um ou outro apontamento decente, mas falta entrosamento, escasseiam rotinas nos movimentos. É preciso tempo.

Quanto aos reforços? O mais caro de todos fartou-se de falhar passes. Muito nervoso, ainda fresco, com um pormenor muito bom na jogada do golo. Tem de aprender a não se deixar cair. Todos se mostraram esforçados, há que dar tempo ao tempo. E há gente no banco a precisar de jogar mais.

Pavlidis, como sempre, soberbo na movimentação e na finalização. Rui Silva evitou o agravamento do prejuízo.

De resto, vão ter de estar muito melhor na próxima semana contra o Nice. Com cabeça fria, bom senso e muito futebol nos pés. A Champions não é para os "brinca-na-areia".

Venham então as outras, as próximas, que a décima vai direitinha para o Cosme Damião.

thumbs.web.sapo.io-6.webp(créditos: daqui)

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candidato

por Sérgio de Almeida Correia, em 10.07.25

Martim Mayer CoutinhoSLB.webp

Quero liderar uma candidatura independente, livre de interesses instalados, de todos aqueles que gravitam à volta do nosso clube.”

“É preocupante que o clube gaste mais de 27 milhões de euros quando as receitas de quotas de sócios são de 24 milhões – não pode ser assim.”

“A transparência financeira e a disciplina orçamental são pilares inegociáveis da nossa proposta.”

“O Benfica não deve ter medo do Benfica”

Este é o meu candidato. Um candidato para honrar a história e a dimensão do clube. Um candidato para respeitar a transparência, a seriedade, a democracia interna, a civilidade e a elevação dentro e fora das quatro linhas.

Quem representa o Benfica tem de estar à altura dos seus pergaminhos e falar uma linguagem que todos possam entender, clara, séria e que respeite os seus valores. 

Os valores do Benfica são os nossos. São os dele. São os de sempre. O Benfica primeiro.  

E a partir de hoje farei campanha por ele.

Martim Borges Coutinho Mayer à Presidência do Benfica. Honrar o passado, liderar o futuro. Porque só nós sentimos assim. 

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melões

por Sérgio de Almeida Correia, em 07.04.25

thumbs.web.sapo.io-5.webp(créditos: Manuel Fernando Araújo/LUSA)

Hoje há melão no Mercado do Bolhão. Não um, mas muitos.

A época chegou mais cedo e é devido um agradecimento ao "Monstronegro" pela auspiciosa visita. Há que repetir.

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pesadelo

por Sérgio de Almeida Correia, em 22.01.25

thumbs.web.sapo.io-3.webp(créditos: Miguel Lopes/LUSA)

No fantástico ambiente da catedral da Luz, jogou-se ontem em Lisboa mais uma partida memorável da edição 2024/2025 da Liga dos Campeões. Benfica e Barcelona apresentaram-se em grande forma para proporcionarem um espectáculo memorável aos mais de 63 mil espectadores que encheram as bancadas.

Logo aos dois minutos, quando Pavlidis fez o primeiro golo a favor do Benfica, se percebeu que os encarnados tinham quase tudo para brilhar e ficarem com os três pontos, mas uma noite que começou por ser de sonho acabaria por se tornar numa montanha-russa que virou pesadelo.

Houve emoção, bom futebol, erros infantis, jogadas incríveis, nove golos, três penáltis, um inexistente, outro que ficou por marcar ao cair do pano e que daria origem à jogada do último golo do Barcelona, o que lhe daria a vitória.

É verdade que as substituições aos 70 minutos correram muito mal, que Aursnes falhou o 5-3, que Di Maria fez o mais difícil quando desperdiçou o 5-4, que o penálti provocado por Tomás Araújo é um erro inaceitável, que Carreras, Florentino, Otamendi e Schjelderup fizeram um jogo irrepreensível, que o Barça tem uma grande equipa do meio-campo para a frente. Porém, a verdade maior é que não nos podemos queixar da sorte. Em matéria de futebol tivemos tudo para ganhar e falhámos por culpa própria em momentos cruciais.

Que o árbitro prejudicou o Benfica também não há dúvidas, bastando ler o que diz a imprensa, dentro e fora de portas, quer quanto ao penálti assinalado a favor dos catalães, que dá o 4-3, quer em relação ao penálti cometido sobre Leandro Barreiro e que ficou por marcar no último minuto.  

Em todo o caso, para os anais fica o resultado. Depois do que aconteceu com o Bayern, com o Feyenoord e com o Bolonha nesta edição da Liga dos Campeões, repetiram-se alguns erros infantis e foram tomadas más decisões que não podiam ter acontecido e nos retiraram o apuramento directo.

Por agora, resta dar os parabéns ao Barcelona, que ontem teve a estrelinha, continua a ser uma grande equipa e um colosso europeu, e esperar que o Benfica faça, em 29 de Janeiro, uma grande exibição em Turim, no Stadio Delle Alpi, rebaptizado de Allianz Arena, contra a Juventus. Uma exibição que ofereça a todos os benfiquistas e aos amantes de futebol a possibilidade de esquecerem o pesadelo da noite de ontem.

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campeões

por Sérgio de Almeida Correia, em 29.05.23

Sem palavras. Foi um campeonato à Ayton Senna. Saímos à frente e chegámos à frente, sozinhos. Como é próprio de quem alumia o caminho dos outros. Com uma chama imensa.

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adjectivação

por Sérgio de Almeida Correia, em 03.11.22

Benfica goleia Haifa, ultrapassa PSG e assume a liderança do Grupo H da Champions  League | LANCE!

Jogar de amarelo não é normal. Na Liga dos Campeões ainda menos. E se me perguntassem o que penso disto iria certamente começar a adjectivar. Mas hoje não há adjectivação. Só factos. E estes estão à vista de todos. Não há muito para dizer. É mesmo melhor que cada um guarde para si o que tem a dizer e se limite a viver o momento. A senti-lo. Porque há muitos anos que não se via nada disto. E só nós sentimos assim. Disse-o um dia o Mário Coluna. E sabia o que estava a dizer.  Este é um desses dias. Que seja eterno enquanto dure. A bênção, Senhor. 

Benfica only pipped PSG to the top of the group on away goals following a list of tie breakers

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aterrar

por Sérgio de Almeida Correia, em 28.10.22

image-3.jpg

Com a qualificação para os oitavos de final da Liga dos Campeões garantida com classe e distinção, após um percurso imaculado e uma jornada épica na catedral da Luz, é tempo de voltarmos ao essencial.

O campeonato está de volta.

Regressemos à terra, pois, concentremo-nos no essencial, e sigamos o exemplo de Roger Schmidt, deixando as "peixeiradas" para outros.

Ah!, e já agora, deixem os meninos e os rapazes em paz, dêem-lhes espaço.

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parabéns

por Sérgio de Almeida Correia, em 23.08.22

Deles será o futuro. Para já, enquanto bem jovens, ganharam tudo o que de importante havia para ganhar: Campeonato Nacional, Champions League (UEFA Youth Cup) dos pequeninos e a Taça Intercontinental de Sub-20. A final contra o Peñarol, no Estádio Centenário, em Montevideu, e perante 40 mil pessoas, reeditou velhos encontros dos graúdos. Há ali muito talento, muita esperança e muito trabalho. Espero que não se percam. Hoje estão de parabéns, inteiramente merecidos. Esperemos poder repeti-los amanhã com outros troféus.

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fiasco

por Sérgio de Almeida Correia, em 24.05.21

Untitled.jpg(créditos: @Paulo Novais/Lusa)

A época futebolística do Benfica terminou como começou. Isto é, em humilhação e vergonha.

Humilhação porque uma equipa que vale centenas de milhões de euros, com um investimento de início de época de mais de cem milhões, recheada de jogadores com experiência internacional, pagos a peso de ouro e que são titulares nalgumas das melhores selecções do mundo, não podem jogar tão pouco como o que demonstraram ao longo da época. Ainda porque aquilo que foi prometido aos sócios e adeptos foi que a equipa iria jogar muito mais do que com Bruno Lage, que iria conquistar títulos, ter uma presença europeia à altura dos seus pergaminhos e ser dominadora a nível interno.

Não foi nada disso o que se viu.

Durante toda a época os jogadores do Benfica apresentaram um futebol miserável, que apenas melhorou a espaços  durante alguns jogos e em períodos curtos, tendo a equipa sido incapaz de segurar resultados e tirar partido dos momentos em que ganhou algum ascendente, como aconteceu no jogo para o campeonato com o Sporting, já depois deste se ter sagrado campeão nacional, e em que depois de estarem a ganhar por 3-0 e 4-1 andaram completamente aos papéis.

As escolhas de jogadores e as tácticas para os jogos foram um desastre. A defesa nunca chegou a acertar. Retirou-se a titularidade da baliza a um grego excepcional entre os postes e com potencial. Mudou-se a forma de jogar habitual da equipa para um figurino com três centrais do qual não se retirou nenhum proveito. O treinador teimosamente insistiu. As alterações durante os jogos raramente e só por mero acaso surtiram algum efeito. A maior parte dos reforços não passou de uma promessa permanentemente adiada ou de um erro de casting. Jogadores lentos, apáticos, jogando sem qualquer inteligência, prontos para a quezília e a discussão sem razão. Uma linha média que parece estar sempre cansada, ausente, trapalhona, fazendo faltas sem necessidade e a destempo, atrás de uma frente de ataque desacertada, que se esforça e corre muito sem proveito, e que falha ainda mais, normalmente de forma escandalosa diante das balizas adversárias.

Eliminados numa pré-eliminatória da Liga dos Campeões, que arruinou a época financeira, e onde se entrou com a maior displicência para sermos eliminados por uma equipa da segunda divisão europeia sem qualquer currículo. Derrotados de forma categórica na final da Supertaça, corridos da Taça da Liga, afastados da luta pelo Campeonato Nacional com sucessivas desculpas e erros múltiplos, que um treinador espaventoso quis desculpar com a COVID-19, como se esta não tivesse afectado todas as equipas em Portugal e na Europa. Acabou discutindo o terceiro lugar com o quarto classificado na mais importante prova interna, depois de afastado da Liga Europa sem qualquer glória e terminar uma época que se revelou penosa perdendo, uma vez mais, uma final da Taça de Portugal, com jogadores expulsos, sem qualquer fibra nem controlo nervoso, e que deram um espectáculo deprimente durante a maior parte do tempo.

A Supertaça Cândido de Oliveira da próxima época também já ficou perdida porque também não iremos lá depois da derrota de ontem em Coimbra. E Luís Filipe Vieira e Jorge Jesus continuarão a assobiar para o ar, fazendo de calímeros e prometendo mundos e fundos aos papalvos que ainda acreditam no Pai Natal, enquanto alguns empresários amigos vão embolsando milhões em comissões e o nome do clube arrasta-se pela lama que é posta a descoberto pelas investigações judiciais e parlamentares.

Os únicos benfiquistas campeões no futebol profissional masculino foram-no noutra equipas. Fosse em Portugal, em Espanha, em Inglaterra ou em França. A esses, e aos nossos adversários que em Portugal, com inteiro mérito, conquistaram troféus, só há que reconhecer que foram melhores e dar-lhes os parabéns, fazendo votos de que no que a nós diz respeito não se volte a repetir.

Gostava de poder pensar que para a próxima época será diferente, mas tenho dúvidas que tal seja possível. E tenho pena porque gostava de voltar a ter esperança.

Por agora tenho somente vergonha. Não tanto pelas derrotas, mais pela forma como se perdeu, e pelas deprimentes conferências de imprensa do nosso treinador. Embora tenha consciência de que enquanto para os lados do meu clube continuar a imperar, dentro e fora das quatro linhas do futebol profissional, uma cultura desportiva assente num novo-riquismo esbanjador, chico-espertista, parolo, convencido e mal-educado será difícil esperar mais e melhor.

Por muitas lágrimas e muito suor que escorram pelos rostos dos mais novos e dos mais inconformados.

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empatas

por Sérgio de Almeida Correia, em 11.06.20

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Se olharmos para os últimos nove jogos do Benfica (já nem falo do jogo com o Belenenses em que estivemos no trapézio), verificamos que a equipa perdeu no Dragão em 9 de Fevereiro (3-2), a seguir perdeu em casa com o Braga (0-1), logo depois voltou a perder com o Shaktar (2-1), e a partir daí limitou-se a vencer um único jogo, ao Gil Vicente (1-0), empatando sucessivamente com Shaktar (3-3), Moreirense (1-1), Setúbal (1-1), Tondela (0-0) e, finalmente, ontem, com o Portimonense (2-2). Estar a ganhar por 2-0 ao intervalo não serviu de nada porque depois sofremos golos como se estivéssemos num jogo de subbuteo, em que os jogadores estão imóveis, não saltam e chegam sempre atrasados.

Luís Filipe Vieira continua a dizer que vai dar um penta, que vai ganhar uma grande competição na Europa, que o Lage tem confiança renovada, e por aí fora. O Lage diz que estão a trabalhar bem e que agora é preciso olhar para o próximo jogo. Vira o disco e toca o mesmo.

Percebo que seja necessário motivar a malta, embora não me pareça que seja essa a forma mais acertada para consegui-lo. Não é preciso ser um special one para ver que a equipa não joga o que devia, que a defesa é uma renda de bilros, e que ultimamente são tantos os trapalhões em campo que há momentos em que aquilo parece um espectáculo de circo.

Qualquer equipa profissional com um mínimo de brio e um décimo do orçamento que temos conseguiria empatar cinco jogos seguidos sofrendo sete golos. E se a culpa não é do Vieira, nem do Lage, nem dos jogadores que estão a trabalhar muito bem, muito menos dos árbitros que não rematam à baliza, dos adeptos também não é.

Gostava de poder voltar a ser campeão, e de ter gosto em ficar acordado madrugada fora para ver a equipa jogar, mas pelo andar da trotineta vou começar a recuperar horas de sono. Há coisas mais úteis para fazer do que perder tempo à espera do título de campeão dos empates.

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gracias

por Sérgio de Almeida Correia, em 21.05.16

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Ver-nos-emos em Madrid. Com as chuteiras da cor que tu quiseres. Gracias, Nico.

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nós

por Sérgio de Almeida Correia, em 16.05.16

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(foto de João Girão)

 

 Olha nós, tricampeões da Liga NOS.

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