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suzuka

por Sérgio de Almeida Correia, em 30.08.15

AndreCoutoFuji415.jpg

Pequenos sonhos, grandes corridas. A experiência ajuda à maturidade e esta dá corpo à realidade sonhada.

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insânia

por Sérgio de Almeida Correia, em 28.08.15

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Já várias vezes me manifestei contra a facilidade com que se comercializam e se acede a armas nalguns países. Sei que o resultado é igual a zero, mas nem por isso deixarei de exercer a minha liberdade de crítica e de opinião e de me manifestar contra a situação. O que se passa nos Estados Unidos da América e que se tem vindo a agravar em cada ano que passa ultrapassa os limites do aceitável num mundo civilizado. As justificações que têm sido dadas para a continuação da bagunça, numa espécie de prolongamento do Far West pelo século XXI, são as mais bizarras, apesar dos números há muito dizerem que a situação é insustentável aos olhos de qualquer civilização digna desse estatuto.

A quantidade de casos verificados nos últimos anos, de mortes fortuitas ou deliberadas provocadas pela liberdade de acesso às armas, de atentados facilitados pelo livre mercado de armas e explosivos, há muito que devia ter obrigado à adopção de outras medidas para sua própria segurança e dos seus cidadãos. A forma como os EUA se arvoram em polícias do mundo e campeões dos direitos humanos contrasta com as cenas diárias de violência e com os constantes abusos cometidos pela suas forças policiais. Ontem ouvi uma notícia dando conta de que uma dessas cadeias comerciais especializadas no comércio de armamento deixaria de vender ao público "armas de assalto". Calculo que se tratem "apenas" de armas automáticas, metralhadoras e coisas do género, do tipo das que têm sido utilizadas nalgumas carnificinas. Será um pequeno passo dado que revólveres como o que foi utilizado há dois dias para tirar a vida a um par de jovens jornalistas devem continuar a ser livremente comercializados. O milionário Trump, com aspirações a presidente, e de cuja boca saem diariamente as maiores inanidades, diz que o problema não são as armas mas antes a falta de apoio a doentes do foro psiquiátrico. Não sei se quando o disse estaria a pensar no "Obama Care" ou se estaria a contar que os potenciais criminosos com problemas psiquiátricos ou psicológicos tivessem seguro de saúde que cobrisse os custos desse apoio. De qualquer modo, é duvidoso que se estivesse também a referir a si próprio, embora me pareça que não esteja muito longe da verdade.

Não é por nada, e não me estou agora a referir à pena de morte e ao sadismo utilizado nas execuções de alguns condenados, cujo fim se prolonga ao longo de horas, mas quando se olha para as estatísticas dos mortos e para o número de armas vendidas, e ao mesmo tempo se fica a saber que o responsável pela morte de uma dúzia de pessoas foi condenado a 12 (doze) penas de prisão perpétua, somos levados a pensar que não é só uma meia dúzia de loucos que precisa de acompanhamento psiquiátrico. Não sei se há alguma coisa de lógico na condenação de uma pessoa - presumo que o crime não o faça perder essa condição por muitas interrogações que o seu acto suscite - numa pena dessas. Ou se haverá alguma coisa que me esteja a escapar.

Perante isto, lendo as estatísticas, vendo na televisão o sentenciado vestido com a farda cor-de-laranja do estabelecimento prisional, de mãos e pés algemados perante um tribunal, embora esteja também ladeado de polícias fortemente armados e com o dobro da sua altura e volume, numa imagem que é um retrato da humilhação da própria espécie a que o juiz que condena pertence, num quadro que em nada difere dos que as cavalgaduras do auto-proclamado estado islâmico apresentam a essa mesma televisão quando exibem os seus troféus de carne e osso, sou levado a concluir que é toda uma nação que está a precisar de acompanhamento médico. A começar pelo seu direito penal e pela forma como trata os seus cidadãos, seres humanos, tratamento que por aquilo que nos tem sido transmitido difere muito pouco do estado natural que Hobbes nos descreveu no Leviathan e em que a vida mais não é do que "an egoistic quest for the satiation of desires". Ou pior, porque ali ninguém caía no ridículo de condenar o seu semelhante a doze penas de prisão perpétua. Como se uma só não fosse já suficiente para mostrar a miséria do sistema, a sua absoluta indigência, a sua total incapacidade para regenerar. Se ao menos ainda servisse para melhorar as estatísticas...

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solução

por Sérgio de Almeida Correia, em 24.08.15

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A desfeita que Marques Mendes e Carlos Abreu Amorim fizeram a Passos Coelho e a Paulo Portas, quando em vez de ficarem calados vieram dar razão às vozes da oposição quanto à decisão de saber quem discute com quem nos debates televisivos para as legislativas de 2015, não devia ter acontecido. António Costa deve-se ter fartado de rir, mas a mim, que já estou com remorsos do que antes escrevi, custa-me ver de fora o líder do CDS-PP.

Num momento crucial do debate político, com tanto para explicar aos portugueses, não seria justo deixá-lo de fora e não lhe dar a oportunidade de apresentar as suas ideias sem estar sujeito à tutela do líder da coligação PSD/CDS-PP e aos amuos dos sindicalistas da oposição. Da feira de Carcavelos à de São Mateus, sem esquecer alguns amigos meus da JC, o Miguel Esteves Cardoso, que disse que ele um dia havia de mandar nesta "merda", uns sportinguistas emigrados na Venezuela, a Beatriz e a Mariana, mais uns poupadinhos do BES que estão cheios de papel e não sabem que fazer com ele, sem falar numa data de chineses das mais diversas proveniências, que me vieram perguntar pelos seus cartões de desconto e lhe mandaram cumprimentos, não há quem não queira ouvi-lo.

Vai daí lembrei-me de uma solução que, assim o espero, poderá colher a compreensão de gregos, de troianos e das televisões, dando a mais gente a oportunidade de ser esclarecida. E a outros de brilharem e apresentarem as suas ideias. O líder do CDS-PP como institucionalista, homem profundamente respeitador das hierarquias e conhecedor, como poucos, digo eu, das regras do protocolo e das listas de precedências, enfim, da necessidade de a cada um se dar o lugar que lhe é devido, sem atropelos e de acordo com as regras, certamente que estará de acordo com a minha proposta.

Não sendo Paulo Portas candidato a primeiro-ministro, aparecendo ele como o número dois da lista da coligação PSD/CDS-PP por Lisboa, a minha proposta passa pela organização de um debate entre todos os números dois das listas apresentadas no círculo de Lisboa pelas forças políticas concorrentes. Um debate genuíno, entre homólogos, todos segundas figuras das respectivas listas, todos em pé de igualdade, sem necessidade de se andar à procura de umas palmilhas mais altas para alguns.

Para todos eles, mesmo para aqueles que não costumam ir à televisão, seria a hipótese de, pelo menos nesse debate, discutirem as propostas que têm para o país fazendo todos figura de número um. E esta, hein? Seria uma oportunidade de ouro para o líder do CDS-PP poder brilhar, cilindrando o Ferro Rodrigues, a Rita Rato, o Pedro Filipe Soares, a Ana Drago, o Fernando Condesso, e todos os outros que certamente não enjeitariam o convite para participar.

Como diria uma nossa conhecida, se fosse viva e a confrontassem com um convite destes, antes número um por um dia do que número dois a vida toda.

Oxalá que as televisões se entendam para todos terem direito ao seu momento de glória.

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legislativas (2)

por Sérgio de Almeida Correia, em 24.08.15

Pontos nos iis. Às vezes convém colocá-los. Um presidente da república é recebido pelo seu hómologo, um ministro fala com outros ministros, um secretário de estado com o seu equivalente. Em qualquer parte do mundo, em qualquer democracia civilizada, um candidato a primeiro-ministro debate com outro candidato a primeiro-ministro, um líder de uma força concorrente debate com os líderes das que estão em igual situação. As listas são ordenadas do primeiro para o último. Antigamente era assim que funcionava. E é capaz de continuar a ser durante mais algum tempo.

No Largo do Caldas é que será necessário arranjar um banquinho mais alto para o Dr. Paulo Portas poder chegar à janela. Ou então dar-lhe umas palmilhas novas. Como as do Sarkozy.

 

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evocação

por Sérgio de Almeida Correia, em 21.08.15

alexandreoneill.jpg

(19/12/1924-21/8/1986)

Portugal: questão que eu tenho comigo mesmo,
golpe até ao osso, fome sem entretém,
perdigueiro marrado e sem narizes, sem perdizes,
rocim engraxado,
feira cabisbaixa,
meu remorso,
meu remorso de todos nós...

(Alexandre O'Neill, Portugal, extracto)

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legislativas (1)

por Sérgio de Almeida Correia, em 20.08.15

Não aprenderam nada. Nunca hão-de aprender. E ideias nem vê-las.

Continuam a usar o mesmo manual e tanto faz estarem no governo como na oposição. Por mais anos que passem.

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inércia

por Sérgio de Almeida Correia, em 18.08.15

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O preço da inércia (HojeMacau, 18/08/2015)

Muitas têm sido as vozes que em Macau se têm lamentado do constante e inexplicável aumento de preços em relação a bens e produtos de consumo corrente, sejam bebidas engarrafadas ou alimentos, pacotes de sumos, vegetais, legumes, queijo, iogurtes, carne ou peixe, sendo indiferente que estejamos a falar de supermercados, mercados, restaurantes ou de bares e cafés.

Há quem explique esse aumento de preços com a pressão especulativa do imobiliário, argumentando que a carestia excessiva reflecte os altos valores das rendas. Esta poderá ser uma parte da verdade. Todavia, não a esgota, nem serve de justificação para que o mesmo produto, e tanto podem ser iogurtes como queijos, sumos de frutas ou conservas, de uma semana para a outra sofra um aumento de 20, 30 ou 40% no mesmo estabelecimento.
O alto valor que os cidadãos estão a pagar por produtos de supermercado, de pastelaria e café e refeições de má qualidade nos restaurantes, torna-se mais incompreensível quando se tem a possibilidade de comparar aquilo que é oferecido em Macau com o mesmo tipo de produtos e serviços em cidades cuja qualidade de vida é idêntica ou superior, mas em que a carga fiscal é muitíssimo mais alta.
Se em relação a Portugal é possível justificar as diferenças de preços com o empobrecimento verificado nos últimos cinco anos, devido às exigências da troika e à acção do seu governo, o que introduziu um factor de distorção das habituais regras do mercado, já no que respeita a outros países essas diferenças são absurdas. Para melhor se perceber do que falo tomemos alguns exemplos.
Estamos em pleno Agosto, há muita gente de férias e a viajar. Na semana que findou, depois de uma breve passagem por Tóquio, estive em Shimizu, município de Shizuoka, onde fiz várias refeições nos restaurantes locais. O preço por refeição – almoço ou jantar – variou entre 1300 (almoço) e 3714 ienes (jantar), ou seja, entre MOP 84,00 e MOP 239,00.
Pegando no segundo caso, que foi a refeição mais cara, esse valor diz respeito a uma steakhouse, serviu para pagar uma imperial, um bife de vaca (prime US beef filet), com cerca de duzentos gramas, acompanhado de batatas fritas, dois copos de vinho tinto de razoável qualidade e um leite-creme. O valor pago por esta refeição não chegava em Macau para comer apenas um bife, mesmo de qualidade inferior, numa das cantinas da praxe. Prova disso está no facto de depois de regressar ter almoçado num conhecido restaurante português da Taipa, dos económicos, e por um almoço para duas pessoas, composto por uma salada de polvo, dois nairos grelhados, um jarro pequeno de sangria, um pudim e dois cafés ter sido cobrada a quantia de MOP 694,00, em linha com os preços praticados em estabelecimentos similares de Coloane ou Macau. Um bife da vazia custa em regra mais de MOP 200,00, ainda sem taxas, e se for de lombo, quando há, cerca de MOP 300,00 ou mais.
Em Shimizu, um jantar com uma entrada de duas espetadas pequenas de espargos verdes e bacon, um prato principal composto por duas espetadas de camarões, lulas e vieiras, uma dose de batatas fritas e duas cervejas, num restaurante médio recomendado no meu hotel, custou 2440 ienes. Quer dizer, esta refeição ficou por menos de MOP $ 160,00.
Numa cervejaria da Taipa, só uma cerveja de pressão custa cerca de MOP 50,00, a que haverá que acrescentar as taxas respectivas. A mesma cerveja no Japão custou 518 ienes, isto é, MOP 33,00! Uma garrafa de vinho que em Portugal custa menos de 5 euros, custa cá num supermercado MOP 150, e num restaurante mais de MOP 250. Não é o transporte ou o seguro que a encarecem. Um café expresso em Narita fica em 200 ienes, qualquer coisa como MOP 12,80. A mesma bebida num café da cidade custa facilmente mais do que isso. Há dois meses, no Aeroporto de Barajas, em Madrid, paguei menos de MOP 80,00 por um hambúrguer grelhado (que não era de pacote) com batatas fritas e salada. Falo de aeroportos onde em regra os preços são mais altos do que no exterior.
Não vou incomodar os leitores com mais números e exemplos (os preços praticados nos mercados locais em relação ao peixe, ao marisco ou até um a simples ramo de salsa, bem como nalguns estabelecimentos de congelados quanto à carne importada ou em supermercados em relação a vinhos ordinários ou enchidos portugueses são obscenos). Estes chegam para demonstrar como os preços praticados em Macau estão claramente acima do que seria aceitável. E já não vou ao ponto de comparar a qualidade da confecção de muitos restaurantes de Portugal ou do Japão com os congéneres locais que praticam o mesmo nível de preços.
E há, ainda, mais uma agravante nisto tudo: a qualidade e simpatia do serviço prestado em Macau estão a anos-luz do que se pratica noutros locais de veraneio da Ásia. Aqui é vulgar ser necessário pedir – não me refiro a restaurantes de hotéis de 5 estrelas – para se trocarem pratos e talheres, como se fosse normal que depois de se petiscar uma entrada de camarões fritos ou um prato de peixe os mesmos talheres devessem depois ser directamente depositados em cima da mesa ou da toalha para a seguir se comer a carne de porco à alentejana…
Numa cidade que tem uma escola superior de turismo, que aposta nesta indústria como uma bandeira e cujos governantes fazem juras de preocupação com a qualidade de vida dos residentes e a oferta turística, é inaceitável que se pratiquem preços como os que estão a ser seguidos e que não haja fiscalização eficaz em relação àquilo que se oferece. É inaceitável que num estabelecimento de hambúrgueres com pretensões modernistas, na zona do NAPE, os clientes se quiserem limpar a boca tenham de pedir e pagar à parte um simples guardanapo de papel, como se o normal fosse uma pessoa usar a toalha da mesa ou a manga do casaco.
Sei que há quem esteja milionário com o desvario que por aí vai, tirando partindo da ausência de fiscalização, da inércia, do conúbio entre os poderes fácticos que impõem as suas regras à revelia e na ausência de leis adequadas. Desconheço as razões para o descontrolo dos preços em mercados, supermercados e restaurantes, embora saiba que nada justifica uma tão grande inacção por parte de quem tem a obrigação de zelar pela qualidade de vida dos residentes e pela oferta turística. O preço que os cidadãos de Macau pagam hoje pela inércia de alguns responsáveis é demasiado elevado para que essa atitude continue a passar despercebida.
Viver numa cidade com qualidade de vida, com um bom nível de oferta e uma procura adequada, com preços fiscalizados e serviços aceitáveis, não pode ser um luxo numa cidade como Macau que pretende que a aposta num turismo diferenciado seja para valer. Convenhamos que só labregos e pacóvios sem termo de comparação estão dispostos a pagar muito para serem mal servidos. E se por acaso os que aparecem não o são, e por aqui passam uma vez, depois não regressam. Cidades de dimensão similar, sem casinos, com receitas públicas infinitamente inferiores às de Macau e cargas fiscais mais pesadas, conseguem fazer muito melhor. Porquê?
Seria bom que quem governa pensasse nisto. E que os cidadãos se tornassem mais exigentes para com aqueles que lhes prestam maus serviços. Dos seus governantes e deputados aos restaurantes, dos cafés aos supermercados. Isto sem esquecer a péssima limpeza das ruas e a oferecida em muitos edifícios – cheiro a urina dos cães junto aos acessos, elevadores sujos, patamares imundos, condutas de lixo a tresandar, baldes com esfregonas desfeitas mergulhadas em águas sujas e sem detergentes, etc. – pelas empresas de condomínios, cujos miseráveis serviços são na maioria dos casos realizados sem prestação de contas e sem correspondência nos altos preços cobrados aos condóminos.
O preço pago pela inércia e a falta de exigência de quem o paga está a ser demasiado elevado. Com o arrefecimento das receitas do jogo, a curto prazo, os danos infligidos à RAEM podem tornar-se irreversíveis.

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fuji

por Sérgio de Almeida Correia, em 18.08.15

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Um fantástico fim-de-semana de corridas no Super GT, para acompanhar o campeão André Couto, resumidas em três crónicas do Delito de Opinião:

Quentes, rápidos e longos (1)

Quentes, rápidos e longos (2)

Quentes, rápidos e longos (3)

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némesis

por Sérgio de Almeida Correia, em 16.08.15

Global imagens.jpg

(Global Imagens)

Só em quatro de Outubro é que a deusa se manifestará, dando a uns o que merecem e castigando os que tiraram partido da fortuna para se arruinarem e arruinarem os seus. Assim que passe o Verão estaremos lá. Nessa altura se saberá qual a medida da punição, que a acreditar nos sinais não serão benevolentes.

Aceitar a integração do CDS/PP nas listas do PSD foi uma decisão politicamente acertada e susceptível de acautelar perdas eleitorais substanciais com inequívoco reflexo no número de deputados do CDS na composição da próxima Assembleia da República. Fazer figura de Heloísa Apolónia e ir abrilhantar a festa do Pontal, como se o CDS/PP fosse uma espécie de Verdes alaranjados, é que não me pareceu uma decisão inteligente. Com o Pontal deste ano só houve uma pessoa a ganhar: Ribeiro e Castro.

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cozinheiros

por Sérgio de Almeida Correia, em 13.08.15

Até aqui percebi quase tudo. Usaram fotografias que não deviam, ninguém lhes perguntou nada, assobiaram para o lado, riram-se, a coisa tornou-se insuportável e o tipo teve de sair para dar lugar a outro.

A parte que eu não compreendi foi a razão para ele sair da ERSE e ter feito tanto chinfrim. Era preferível ter ficado onde estava. Para se ser um cozinheiro não basta ter uma cozinha e um avental. Convém saber escolher os ingredientes, confeccioná-los decentemente e empratá-los. E é preciso contratar ajudantes à altura. O dono do restaurante devia saber isto antes de começar a distribuir a ementa pelos potenciais clientes. 

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clone

por Sérgio de Almeida Correia, em 05.08.15

Como clone do chefe não está mal. Bruno Maçães não responde ao que lhe é perguntado e quando não lhe convém desliga. Só lhe interessa a propaganda sem contraditório. É para isso que lhe pagam. Sim, de facto só na perspectiva de um projecto satírico é que esta malta faz sentido. Phillippe Legrain ainda demorou alguns tweets a perceber. Para topá-los à légua, só pelo cheiro, só mesmo Pacheco Pereira.

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