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Visto de Macau

Linhas em jeito de diário. Inspiração. Homenagem a espíritos livres. Lugar de evocação. Registo do quotidiano, espaço de encontros. Refúgio de olhares. Espécie de tributo à escrita límpida, serena e franca de Marcello Duarte Mathias.



Segunda-feira, 23.11.15

guia

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Chegou ao fim o 62.º Grande Prémio de Macau. Agora é hora de descansar, rever o que aconteceu e dizer adeus a quem parte para outras paragens para preparar a próxima época. Espera-se que o 63.º seja menos atribulado, que os padrões de conforto do público possam melhorar e que os pilotos de Macau tenham direito a um regulamento de apoios ao nível da sua qualidade. Atribuir patrocínios a quem se limita a acabar corridas não é próprio de quem gosta de corridas, nem adequado à promoção de quem quer mostrar o seu valor. Uma corrida de velocidade não é um passeio em família e o facto de não se terminar uma prova pode dever-se a mil e um imponderáveis. Obrigar um piloto a fazer-se de morto só para garantir o patrocínio no ano seguinte é uma estupidez. Não acabar uma prova não é vergonha nenhuma e nem sempre é um problema de incompetência ao volante. É tempo de se escolherem critérios sensatos para a promoção dos pilotos de Macau. 

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por Sérgio de Almeida Correia





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